- Prever a falha antes do chamado
- Repor suprimento sem ninguém pedir
- Detectar ameaça no equipamento
- Os equipamentos precisam estar conectados e reportando status, contadores e alertas de forma contínua. Equipamento fora do monitoramento é ponto cego.
- Histórico. Padrão só aparece com meses de dados organizados. Quem troca de fornecedor ou de sistema a cada contrato recomeça do zero.
- Um alerta que ninguém lê não evita nenhuma parada. Alguém precisa ter a responsabilidade, e o prazo, de agir antes da falha.
- Telemetria: todos os equipamentos do parque reportam status, contadores e alertas automaticamente? Quem acompanha esses dados, e com que frequência?
- SLA preventivo: o contrato mede só o tempo de atendimento depois da quebra, ou também quantas paradas foram evitadas?
- Reposição de suprimentos: o toner chega antes de acabar ou depois que alguém reclama?
- Segurança: como os equipamentos são atualizados, quem pode acessar cada um e como isso fica registrado?
- Relatórios: você recebe indicadores que ajudam a decidir — uso por equipamento, custo por página, chamados preventivos versus corretivos — ou só a fatura do mês?
- Fim de vida: o contrato prevê quando trocar um equipamento e o que acontece com ele depois?